Escrito por Tere às 10h54
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Sente! Sou aquela que invocas
No vazio do depois das muitas que queres
Não por amares, mas por serem mulheres
Que agradam ao homem, mas não ao seu afeto
Percebe! Quero ser teu teto
Teu amparo, teu abrigo,
E que tenhas comigo
O amor do amante, do amigo, do irmão
Meu querer é de coração
Não de quartos, qual cenário
Decoras de pseudo-amores, solitário
Desenhando corações a giz.
(cont)
Escrito por Tere às 10h52
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Meu amor é um licor de anis
Forte e azul que não embriaga
Espera, desespera e não apaga.
Como a chama da pira, é eterno!
Não me importa com quem hoje és terno.
Nosso amor já atravessou tantas vidas,
Que nesta te espero comovida
A saber antes, o que saberás ainda.
Aguardo em paz a tua vinda
Quando me procurarás na certeza
De teres encontrado o verdadeiro amor, a realeza.
Sou eu a tua metade, a luz, a imperatriz
Que um dia e eternamente te fará feliz.
Escrito por Tere às 10h51
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